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Tintas Decorativas 2000 CUMPREM Directiva sobre Teor de Compostos Orgânicos Voláteis

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O conceito de Qualidade do Ar Interior (QAI) surgiu nos anos 60, como consequência do crescimento do sector terciário e do desenvolvimento urbano.
No decurso do último meio século, o estilo de arquitectura e as técnicas de construção dos edifícios sofreram grandes mudanças. 

Edifícios comerciais que há 50 anos dispunham apenas de aquecimento central e/ou de janelas que podiam ser abertas ou fechadas dependendo da estacão do ano, actualmente encontram-se equipados com sistemas de ventilação e de ar condicionado. Este facto aliado a outras alterações, nas técnicas de construção e nos equipamentos utilizados, por exemplo, muitas vezes comprometem a qualidade do ar nos ambientes interiores.

Assim, no interior dos edifícios surgem frequentemente problemas resultantes de contaminação da qualidade do ar interior, que podem ter origem em duas fontes distintas:
- Factores relacionados com o interior do edifício – materiais de construção, processos de combustão, materiais de decoração, equipamentos, actividades realizadas no interior (actividade desportiva, actividade profissional, limpeza, desinfecção e manutenção de espaços e equipamentos), ocupantes e a conjugação de contaminantes provenientes de zonas mal ventiladas que se difundem para áreas vizinhas, afectando-as.
- Transporte para o interior do edifício de contaminantes do ambiente exterior.


Figura nº1: Diagrama de um edifício mostrando as várias fontes de contaminação interior e exterior (OIT, 2001)
Foram publicados nos últimos anos, um conjunto de diplomas que visam regulamentar as condições de QAI nos diversos estabelecimentos. O Decreto-Lei n.º 79/2006 de 4 de Abril estabelece “as condições de manutenção dos sistemas de climatização”, bem como as “condições de monitorização e de auditoria de funcionamento dos edifícios em termos dos consumos de energia e da qualidade do ar interior”, na alínea e) do mesmo artigo. No Anexo VII, define as concentrações máximas de referência para os poluentes presentes no interior de edifícios.

Entre os vários poluentes abrangidos pela legislação em vigor, englobam-se os Compostos Orgânicos Voláteis. Os Compostos Orgânicos Voláteis (COV) são um grupo de hidrocarbonetos que agrupa centenas de produtos de diferentes origens. Podem ser libertados, naturalmente, pelos oceanos e pela vegetação ou derivar de actividades desenvolvidas pelo Homem.

Em edifícios recentemente construídos ou que foram alvo de renovações, os COV podem provir de materiais utilizados na construção e decoração. Estudos realizados demonstram que, principalmente nos 6 meses que se seguem à construção de um edifício, a concentração de COV no interior é mais elevada do que a mesma no exterior. Contudo, os ocupantes e as actividades realizadas no interior dos edifícios podem contribuir também para a presença de COV. Os principais efeitos decorrentes da exposição a COV abrangem irritação das mucosas, efeitos tóxicos e carcinogénicos, convulsões, paragens respiratórias, aplasia medular e leucemia (EPA, 1991).

O Grupo 2000, com o objectivo de disponibilizar aos seus clientes Tintas que contribuam para níveis adequados de qualidade do ar interior nas habitações, tem vindo a actuar, através do seu Departamento de Investigação & Desenvolvimento na concepção de novas formulações de tintas (decorativas, acrílicas, etc.), para assegurar que cumprem a legislação em vigor relativamente ao Teor de Compostos Orgânicos Voláteis incluído nos seus produtos.

O Decreto-Lei n.º 181/2006, de 6 de Setembro define o teor máximo de Composto Orgânicos Voláteis admissível em diversos produtos, nomeadamente as tintas produzidas pelas Tintas 2000.

As gamas de produtos aquosos Milacril e Pliomil, surgiram como alternativas amigas do ambiente, conseguidas através da redução das matérias-primas de base solvente (que dão origem à maior quantidade de COV).




A alternativa solvente do Primário Pliomil Aquoso, o Primário Pliomil, tem um Teor máximo de COV de 650 g/l, sendo o Teor Máximo de referência, pelo Decreto-Lei 181/2006, para este tipo de produtos, de 740 g/L, logo tem cerca de 20 vezes mais gramas de COV por litro do que sua alternativa Aquosa, conforme mostra a Tabela nº 1.

Relativamente ao Esmalte Aquoso Milacril, constitui uma alternativa de tinta acrílica com um possível acabamento Brilhante, meio-brilho ou mate, com um Teor de Compostos Orgânicos Voláteis que cumpre o Limite da União Europeia para este tipo de produtos.

Através da leitura dos rótulos destes e de outros produtos, é possível encontrar informação relativa à quantidade máxima (por L) de COV que cada grama de produto contém.

A informação normalmente disponibilizada tem o seguinte formato:

Desta forma é assegurado, aos consumidores, o acesso a este tipo de informação, que, deste modo podem escolher, caso pretendam, os produtos que permitem acautelar uma qualidade do ar interior mais adequada no interior das habitações, locais de trabalho, locais de lazer e em todas as outras utilizações possíveis para as nossas tintas.



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