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Isolamento Térmico dos Edifícios e o Sistema THERMINNOV

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O isolamento térmico dos edifícios, permite garantir, não só uma temperatura ambiente adequada no interior, mas também a prevenção de problemas e defeitos ligados à presença de humidade de condensação (isto é, a formação de bolores e manchas escuras).
Estas correcções podem ser conseguidas através do isolamento das paredes, pavimentos e tectos, bem como das estruturas acessórias como portas e janelas, de forma a manter uma sensação de conforto térmico, em todas as Estações do Ano.

Para além do conforto térmico no interior dos edifícios, o isolamento térmico tem, igualmente, uma vantagem ambiental e económica, já que, permite a redução dos custo com o aquecimento, situação que se traduz numa menor quantidade de emissões de CO2 para o ar ambiente.
A necessidade de reduzir as emissões no ambiente levou os governos, que aderiram ao Protocolo de Quioto em 1997, a legislar em matéria de eficiência energética.
Em 2006, o nosso país elaborou um pacote legislativo composto por três Decretos-Lei, a partir da Diretiva n.º 2002/91/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativos ao desempenho energético dos edifícios:
 Decreto-Lei n.º 78/2006 de 4 de Abril, Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE);
 Decreto-Lei n.º 79/2006 de 4 Abril, Regulamento dos Sistemas Energéticos e de Climatização dos Edifícios (RSECE);
 Decreto-Lei n.º 80/2006 de 4 Abril, Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE).

Assim, as novas construções devem ser edificadas respeitando as normativas vigentes e, de acordo, com os parâmetros geográficos que têm em conta as zonas climatéricas (A, B, C, D, E, F, G), no qual está inserido o município onde surgirá o edifício.


Uma das metodologias existentes para dar seguimento aos normativos legais respeitantes ao desempenho energético dos edifícios é o Isolamento Térmico pelo Exterior.
Um sistema de isolamento térmico com características técnicas e espessura adequadas, aplicado de forma contínua e pelo exterior dos edifícios (pavimento térreo, paredes envolventes e coberturas), contribui mais para a optimização do desempenho energético de um edifício, do que qualquer outro sistema equiparável. Apresenta as seguintes vantagens:
 Eliminação de todas as pontes térmicas, que causam o aparecimento de condensações e, consequentemente, de fungos em paredes interiores (ou em compartimentos fechados), devendo, tanto o projecto como a execução, garantir a continuidade efectiva do isolamento térmico;
 É improvável uma má execução, ou seja, “esquecer” a colocação de placas, como tão frequentemente acontece quando o isolamento térmico se encontra escondido entre dois panos de tijolo (parede dupla), uma vez que todo o isolamento térmico aplicado pelo exterior permanece visível durante a sua aplicação em obra, facilitando a sua fiscalização;
 A estrutura do edifício e todos os materiais pesados que compõem a envolvente são protegidos dos contrastes e extremos de temperatura e das intempéries. Esta protecção garante uma maior longevidade e a integridade física dos materiais fundamentais;
 Faz com que a inércia térmica (dos materiais pesados utilizados na construção) funcione a favor do clima interior, contribuindo para que as temperaturas no edifício se mantenham estáveis e dentro das amplitudes térmicas médias do clima mediterrânico.
 Estes sistemas de isolamento térmico pelo exterior podem ser igualmente aplicados na reabilitação de edifícios que não possuam nenhum ou insuficiente isolamento térmico. Sendo o sistema aplicado pelo exterior, é apenas necessário garantir que o mesmo adira permanentemente à superfície exterior existente e cuidar dos pormenores construtivos em volta de vãos, nas cimalhas e beirados;
 O aspecto com que ficará, poderá ser aquele que se desejar – com acabamento em reboco pintado (em qualquer cor), de revestimento em pedra (colada ou fixada mecanicamente), de tijoleira de burro, etc.
 O Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE) revisto, Decreto-Lei 80/06 de 4 de Abril, contempla a contribuição das pontes térmicas para o balanço energético negativo do edifício e obriga a soluções que minimizem as pontes térmicas, como é conseguido pelos sistemas de isolamento térmico aplicados de forma contínua e pelo exterior.

A empresa Fábrica de Tintas 2000, S.A. comercializa o sistema THERMINNOV há cerca de oito anos e é produtora de dois dos constituintes do referido sistema: primário e acabamento. Este é um sistema compósito de isolamento térmico pelo exterior (designado pela sigla ETICS a partir da terminologia anglo-saxónica – External Thermal Insulation) e destina-se a isolar termicamente as zonas opacas das fachadas.

Aplicação

É aplicado em paramentos exteriores de paredes de alvenaria ou de betão, conferindo às paredes regularização, impermeabilização, isolamento térmico e acabamento final.
O sistema deve ser aplicado em suportes de alvenaria (por exemplo de tijolos cerâmicos ou de blocos de betão de agregados correntes, de blocos de betão celular autoclavado) ou de betão (betonado in situ ou pré-fabricado).
Pode ser aplicado tanto em construção nova como em obras de reabilitação; neste último caso deve ser aplicada fixação mecânica adicional com cavilhas em número suficiente para garantir uma adequada ligação ao suporte em presença; no entanto, não é aplicável a suportes antigos muito espessos e porosos, por alterar as condições de evaporação da água nessas paredes, pelo que não é apropriado para paredes antigas resistentes. O sistema também pode ser aplicado em superfícies horizontais e inclinadas, desde que não estejam expostas diretamente à ação da chuva.

Constituição do Sistema

O sistema THERMINNOV é constituído por:
- uma camada de isolante térmico de poliestireno expandido moldado (EPS 100), que é fixada diretamente ao suporte por um produto de colagem (ARGAMASSA THERMINNOV 2009); este produto de colagem é também utilizado para a execução da camada de base (ARGAMASSA THERMINNOV 2009), que é reforçada com a incorporação de uma ou duas redes de fibra de vidro – rede (REDE VIPLÁS 275) em aplicação simples ou dupla – para melhoria da resistência à fendilhação e reforço da resistência aos choques. O acabamento do sistema deve ser realizado com os produtos ISOSELANTE (primário de regularização de fundo) e CREPIMIL (acabamento) e tem funções de proteção e decorativas. O sistema inclui ainda componentes auxiliares, tais como cavilhas de fixação adicionais e perfis de reforço (de aresta, de arranque, etc.).



1 Suporte de alvenaria ou de betão
2 Produto de colagem (ARGAMASSA
THERMINNOV 2009) aplicada por
barramento total
3 Placa de isolante térmico (EPS)
4 1ª subcamada de reboco de ARGAMASSA
THERMINNOV 2009 com incorporação
de rede de fibra de vidro antialcalina
5 2ª subcamada de reboco de ARGAMASSA
THERMINNOV 2009
6 Revestimento acrílico (CREPIMIL) com
aplicação prévia de primário regulador
de fundo (ISOSELANTE)

Figura I – Aspeto geral do Sistema THERMINNOV








Fabrico e Controlo da Qualidade

Para o fabrico dos constituintes do sistema THERMINNOV a empresa Fábrica de Tintas 2000 S.A., que produz o primário de regularização de fundo e o acabamento (ISOSELANTE e CREPIMIL, respetivamente), dispõe de condições de fabrico e de um sistema de controlo da qualidade que incide sobre as matérias-primas e sobre os produtos acabados, que o LNEC analisou e considerou satisfatórios.
Em relação aos produtos adquiridos a outras empresas, nomeadamente produto de colagem e camada de base (ARGAMASSA THERMINNOV 2009), placas de isolante, redes de fibra de vidro, fixações mecânicas e perfis, o controlo da qualidade de fabrico é feito nas respetivas unidades de produção onde são mantidos arquivados os respetivos registos; a empresa Fábrica de Tintas 2000, S.A. faz um controlo visual de cada lote recebido e analisa, regista e arquiva as fichas de controlo da qualidade que acompanham o produto de colagem e da camada de base, assim como as declarações de conformidade da marcação CE, no caso do isolante.

Apresentação Comercial

Os constituintes do sistema THERMINNOV são comercializados nas seguintes formas:
• placas de poliestireno expandido moldado EPS 100 – placas com dimensões de 1000 mm x 500 mm protegidas por folhas de polietileno; cada pacote apresenta identificação do produto e do lote de fabrico e marcação CE;
• produto para colagem e para camada de base (ARGAMASSA THERMINNOV 2009) – sacos de papel plastificado contendo 25 kg de produto em pó;
• REDE VIPLÁS 275 (rede reforçada) – rolos de 1 m x 25 m;
• Sistema de acabamento: primário de regularização de fundo (ISOSELANTE) – embalagens de 5 l e 15 l de produto em pasta e revestimento de acabamento (CREPIMIL) – embalagens de 25 kg.
Cada embalagem apresenta a seguinte informação: designação comercial, referência do produto, lote e/ou data de fabrico, cor, indicações para aplicação e cuidados a ter, nome e contacto da empresa produtora.

Aplicação em obra

A empresa Fábrica de Tintas 2000, S.A. recomenda que a aplicação do sistema seja realizada por aplicadores com formação especializada para esse efeito. A lista de aplicadores recomendados pode ser solicitada à empresa Fábrica de Tintas 2000, S.A.


Homologação do Sistema

O Sistema THERMINNOV está Homologado, desde Dezembro de 2012 pelo LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil sistema THERMINNOV, através dos Documentos:
DH 923: THERMINNOV – Sistema Compósito de Isolamento Térmico pelo Exterior;
DH 924: THERMINNOV CORK – Sistema Compósito de Isolamento Térmico pelo Exterior

Mais informações e documentos sobre este Sistema THERMINNOV poderão ser consultadas junto de qualquer Loja do Grupo 2000 e solicitados através dos diversos contactos

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